Enquanto o Brasil recolhia as últimas serpentinas do Carnaval, do outro lado do mundo, lanternas vermelhas celebravam a chegada de um novo ciclo. Mas o que a milenar tradição chinesa tem a nos dizer sobre o desenvolvimento e a inovação em nossa própria região? Na edição nº 12 da Revista Mais Nordeste, o físico e presidente da Funcap, Raimundo Nogueira da Costa Filho, assina o artigo “Feliz Ano Novo”.
Mais do que uma crônica sobre calendários, o texto é um convite a entender como os ciclos de celebração, tradição e movimento moldam o futuro das sociedades e impulsionam a ciência e a tecnologia.

Cultura e Estratégia: Pontos de Reflexão
A leitura deste artigo responderá a questões provocativas sobre o tempo e a renovação:
- O Simbolismo do Cavalo: O que a energia de ousadia e força deste signo chinês projeta para os desafios de 2026?
- Tradição vs. Inovação: Por que o autor defende que a tradição não é um obstáculo, mas o fundamento silencioso sobre o qual o amanhã é construído?
- Sabedoria Popular: Existe uma verdade estratégica por trás da frase “o ano só começa depois do Carnaval”?
- Identidade e Desenvolvimento: Como a economia criativa e as celebrações identitárias fortalecem a base de inovação de uma nação?
O novo ano, seja ele lunar ou solar, tecnológico ou cultural, exige movimento consciente. Se você busca uma perspectiva que une ciência, cultura e visão de futuro, este artigo é leitura obrigatória.
Mergulhe nesta reflexão sobre o tempo:
Descubra como a união entre ciência e cultura pode renovar sua visão de estratégia para este ano.
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