Girar com o Pacífico: Como o El Niño e a La Niña no Nordeste Moldam as Políticas Públicas

A Revista Mais Nordeste faz o que as grandes revistas sempre fizeram de melhor: abrir janelas. Para a economia, para a cultura, para o território — e, nesta edição, para o clima que define o semiárido. No artigo de Raimundo Costa, as dinâmicas do El Niño e La Niña no Nordeste deixam de ser mero jargão técnico e se tornam personagens: um menino e uma menina que, do outro lado do planeta, decidem se a região terá chuva ou seca.
A leveza da escrita não esconde a profundidade da questão. O que está em jogo não é apenas o tempo que faz de forma imediata, mas a capacidade das políticas públicas e governamentais de ler esses sinais meteorológicos com antecedência, agindo com a flexibilidade que a natureza exige.
Uma leitura essencial que convida à reflexão sobre o quanto governar no semiárido é, também, saber dançar no ritmo das águas do Oceano Pacífico.
🌧☀️ Compartilhe esta análise com quem pensa e planeja o futuro estratégico do Nordeste.
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