Contemplando o Brasil, desde a redemocratização,

nossa última considerável utopia, o país vive a esperança e a emergência do surgimento de líderes capazes não só de dar um crescimento sustentável, com aumento da produtividade, maior inserção internacional – somos uma das economias mais fechadas do mundo -, redução das desigualdades, da violência, melhoria da educação, da saúde, mas também voltar a fazer com que a população passem a acreditar em sua classe política, tão importante para uma democracia.
Desacreditamos por suas próprias ações, como a tentativa da PEC da Blindagem, das Emendas Parlamentares que esse ano serão de R$ 61 bilhões, nesse ano eleitoral que o voto seja uma arma eficaz para ir moldando uma Câmara e um Senado que veja o país como prioridade, e não como instrumento para ganhos próprios. A preocupação com a perda de confiança dos cidadãos nas instituições e o crescente apego a soluções políticas autoritárias levaram à busca de respostas em vários paradigmas de gestão pública. Uma das mais difundidas na América Latina nas últimas décadas tem sido a abordagem de Governo Aberto, presente em 15 países (incluindo o Brasil), que tem como objetivo promover estratégias nacionais e locais baseadas em evidências para uma segurança integrada, além de dar transparência as ações governamentais.
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