Transição Ecológica e Crédito Público: Por que ainda financiamos o passado?
São centenas de bilhões em crédito público — BNDES, Banco do Nordeste e fundos constitucionais. Recursos suficientes para mover a transição ecológica do país agora. No entanto, o grande entrave para o desenvolvimento sustentável não é a falta de capital, mas para onde ele está sendo direcionado.

O paradoxo do investimento na Caatinga
A disparidade é nítida: a cada R$ 400 liberados pelo Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), apenas R$ 1 é destinado à restauração da Caatinga. Este bioma, se tratado como prioridade estratégica, teria potencial para gerar 465 mil empregos e remover mais de 700 milhões de toneladas de CO₂ da atmosfera.
“Não falta tecnologia. Não falta recurso. Falta decisão política.”
O papel dos Bancos Públicos no novo modelo
Sergio Leitão, do Instituto Escolhas, detalha nesta edição da Revista Mais Nordeste por que o maior obstáculo da transição ecológica brasileira não é financeiro. Ele aponta o que precisa mudar na estrutura dos bancos públicos para que eles deixem de ser financiadores de modelos obsoletos e se tornem motores de uma economia de baixo carbono.
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