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A violência e o avanço do narcotráfico

Claudio Conceição por Claudio Conceição
3 de setembro de 2025
em Desenvolvimento, Sem categoria
A violência e o avanço do narcotráfico
A disputa por territórios pelo controle de drogas, primeiro nas grandes cidades, e depois em cidades menores, tem se tornado mais violenta no Norte e Nordeste, que têm se transformado em corredores internacionais do narcotráfico.
A verdade é que a expansão de facções criminosas desde 2020 tem sido um motor para o aumento das taxas de homicídio, transformando o Norte e o Nordeste em corredores internacionais do narcotráfico. O Norte do Brasil, especialmente Amazonas e Pará, firmou-se como a principal rota para a cocaína vinda da Colômbia e do Peru, utilizando a conhecida rota do Solimões para escoar drogas para a Europa.

O que explica a escalada impressionante nas apreensões? Em 2024, foram apreendidas 10,4 toneladas de cocaína no Norte, representando um aumento de 92% em relação a 2023, e um total de 15,2 toneladas, em contraste com os 229 quilos do ano anterior. Esses números estão bem acima da média nacional, que registrou um crescimento de 72% de 2023 para 2024.

Dados do Anuário de Segurança Pública mostram o aumento desse tráfico na região
O quadro é muito grave ao olharmos os números da taxa de morte intencional por mil habitantes nas regiões brasileiras

Como a violência impacta a vida dos cidadãos comuns? O perfil das vítimas é alarmante: 91% são homens, 79% negros e 48,5% têm até 29 anos. A maioria das mortes (73,8%) ocorre por arma de fogo e em vias públicas (57,6%). O Nordeste, por exemplo, é atualmente a região mais violenta do Brasil, com foco em municípios litorâneos e áreas metropolitanas.

Em 2024, Bahia (40,6), Ceará (37,5) e Pernambuco (36,2) destacaram-se com as maiores taxas de homicídio na região, sendo que Bahia, Ceará e Maranhão tiveram um aumento em relação a 2023.

Cidades como Maranguape, no Ceará, a mais violenta do estado (79,9 mortes por 100 mil habitantes), e Jequié, na Bahia, a segunda mais violenta do país (77,6 mortes por 100 mil habitantes), refletem essa dura realidade.

Qual o papel das facções criminosas nessas disputas territoriais e alianças que geram conflitos letais?. Além disso, a política armamentista teve influência? Enquanto o Estatuto do Desarmamento de 2003 demonstrou potencial para salvar vidas, a legislação armamentista do governo anterior, entre 2019 e 2022, pode ter anulado os avanços na redução da violência letal. Os dados mostram um crescimento explosivo nos registros de CACs (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) durante o governo Bolsonaro, seguido por uma queda acentuada no governo Lula.

Apesar do cenário desafiador, existem sinais de esperança. Estados como Alagoas e Sergipe demonstraram quedas significativas nas taxas de homicídio, atribuídas a uma maior integração das polícias e investimentos em segurança pública. No entanto, a ausência de uma Política Nacional de Segurança Pública robusta, com apoio do governo federal, torna muitos esforços estaduais ineficazes, como “enxugar gelo”.

Para aprofundar-se nesta análise crucial, entender as nuances da violência e do narcotráfico em nosso país e descobrir as estratégias propostas para enfrentar este desafio, convidamos você a ler a matéria completa “A violência e o avanço do narcotráfico” na Revista Mais Nordeste.

Será que um combate eficaz ao crime organizado é realmente possível sem uma estratégia coordenada em nível nacional? Estamos vivendo uma “revolução invisível” na segurança pública, ou apenas enfrentando um ciclo de desafios persistentes?

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Tags: com maior concentração nos municípios litorâneosÉ hoje [o Nordeste] a mais violenta do Brasil
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