A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro que cobre quase 863 mil km² e abrange nove estados do Nordeste, acaba de ganhar uma lei de proteção sancionada pelo presidente Lula. Mas a batalha real, avisam os editores da Mais Nordeste, só está começando.
Ameaçada de desertificação — com até 46% de sua cobertura vegetal original já suprimida —, a Caatinga passa a contar com uma Política Nacional para sua recuperação. O texto assinado cria o Programa Nacional para a Recuperação da Vegetação da Caatinga, mas o Brasil tem histórico de leis ambientais que nascem com entusiasmo e esbarram na falta de financiamento, coordenação e monitoramento.
Na Nota dos Editores desta edição, Claudio Conceição e Arnaldo Santos também passam pelo novo foco da Casa Branca na América Latina sob Donald Trump, pelos números de feminicídio no país e na Bahia, pelo debate sobre os limites do PIB como medida de progresso, pela queda de 35% na extrema pobreza no Ceará em três anos — e ainda contam a improvável história da sanfona, do acordeão vienense ao forró nordestino.

Quem faz a edição de julho
A direção de redação é de Claudio Conceição, e a direção-executiva, de Arnaldo Santos. A cobertura regional conta com correspondentes em Alagoas (Denise Martins), Bahia (Ícaro Jatobá) e Fortaleza (Leonardo Costa), garantindo que os temas cheguem direto de onde acontecem.
Assinam textos e análises nesta edição: Carolina Araujo, Hussein Kalout, Jimmy Oliveira, João Tompson, Juliana Frota, Lydia Medeiros, Patrício Vergara, Rafael Giovanelli, Raimundo Pereira da Costa Filho e Sergio Leitão.
O projeto gráfico é de Fabíola Soares, a revisão de Marcela N. da Silva, e as mídias sociais ficam a cargo de Rafael Parente Araújo. Marcia Damiana é a assistente de comunicação da equipe.
Quer ler a nota completa e o restante da edição de julho? A revista está disponível na íntegra na nossa edição digital.
Leia também:
Confira as demais reportagens da Mais Nordeste
📲 Siga a Mais Nordeste nas redes sociais:
Instagram |
LinkedIn |
Facebook

