Andrea Beltrao: Lady Tempestade chega ao Recife.
Bate-papo Exclusivo: Andréa Beltrão | Lady Tempestade chega ao Recife
A grandiosa **Andréa Beltrão** é a nossa entrevistada desta edição! A atriz, conhecida por emocionar o país há décadas, traz para os palcos a história de **Mércia Albuquerque**, uma advogada que enfrentou a **Ditadura** militar no Nordeste.
Andréa Beltrão chama de “cara de pau” o fato de interpretar nordestinas sendo carioca. **No entanto**, ela define isso como um uso profissionalíssimo de experiências pessoais, já que seu pai era pernambucano, o que a conecta profundamente com a cultura da região.
Lady Tempestade: A Homenagem à Defensora de Presos Políticos
Em seu mais recente trabalho, o monólogo Lady Tempestade, Andréa Beltrão, sob direção de Yara de Novaes, dá corpo e voz à história quase anônima da advogada pernambucana Mércia Albuquerque (1934-2003).

Mércia militou incansavelmente pelos direitos humanos e defendeu presos políticos durante a ditadura militar de 1964. A peça chega ao Recife de 20 a 22 de novembro próximo, no precioso Theatro Santa Isabel, onde fará a abertura do Festival Recife de Teatro Nacional.
Andréa Beltrão conta que, ao contrário de sua experiência anterior com Antígona, o trabalho em Lady Tempestade é ainda mais difícil. Ela explica que agora as pessoas que viveram a época da ditadura, incluindo parentes e sobreviventes, estão presentes na plateia, e “isso tudo me atravessa em cena”.
Mércia Albuquerque: A Trajetória Desconhecida
Para aprofundar a compreensão sobre a personagem histórica que a **Andréa Beltrão** interpreta, não deixe de ler o artigo exclusivo **”A advogada da liberdade”** em nossa revista. Você pode ver mais artigos sobre a história da região clicando aqui.

Este artigo, escrito por Claudio Conceição, mergulha na trajetória de **Mércia Albuquerque**. A peça é baseada em seu diário, onde ela relata sua atuação entre 1973 e 1974, o período mais violento da **Ditadura** militar. **Além disso**, Mércia começou a atuar na defesa de militantes ainda como advogada estagiária em 1964, quando defendeu o comunista Gregório Bezerra. **Consequentemente**, devido à sua postura, ela foi colocada na mira dos militares e chegou a ser presa várias vezes.
O acervo documental de Mércia Albuquerque, doado ao Centro de Direitos Humanos e Memória Popular (CDHMP), revela uma parte da história desconhecida pela maioria dos brasileiros. É um material essencial para o resgate da memória política da região.

Confira o bate-papo completo com Andréa Beltrão e Leia o Conteúdo na Íntegra para acessar o artigo “A advogada da liberdade” na nova edição da Revista Mais Nordeste!
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